É uma matriz entre tempo e temperatura, usada como referência para uma determinada carga, levando em consideração a intensidade e as formas de energia aplicadas.

É natural que o gradiente caia ao longo do perfil de torra, já que as reações químicas vão demandando cada vez mais energia. Para que a torra continue evoluindo, é importante saber modular os tipos de energia em cada fase: mais chama (condução) aumenta o gradiente, e mais velocidade no fluxo de ar (convecção) o diminui.
Uma torra mais curta, com mais energia, gera na semente uma pressão interna maior, possibilitando maior produção de compostos voláteis.

Perfil de torra do Catiguá, Fazenda Varietal